Actividades económicas: Pesca
Festas e Romarias: Nossa Senhora da Piedade
(2.ª semana de Agosto) e Festival Folclórico (Junho).
Património: Igreja matriz, edifício do Centro Cultural,
Capela de Nossa Senhora da Piedade e Casa da Viscondessa.
Gastronomia: Caldeiradas e fritadas de peixe do rio e outros pratos à base de peixes do rio: o sável, a fataça, a lampreia e as enguias.
Na doçaria destaca-se o doce de pão.
Colectividades: União Desportiva de Tancos, Rancho Folclórico
"Os Pescadores de Tancos" e Grupo Coral de Tancos.
Orago: Nossa Senhora da Conceição.
Junta da freguesia: Tel: 249 712094
VISITE : Igreja de Nossa Senhora da Conceição (século XVI) com pórtico da renascença, no seu interior azulejos policromos dos começos do século XVII, bem como um conjunto de pinturas quinhentistas.
Igreja da Misericórdia, com portal quinhentista e azulejos seicentistas.
Museu Militar et Museu Escola Prática.
Museu dos Pescadores.
Próximo, num ilhéu no rio Tejo, ergue-se o Castelo de Almourol.
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Tancos é uma freguesia portuguesa do concelho de Vila Nova da Barquinha,
com 1,56 km² de área e 295 habitantes (2001). Densidade: 189,7 hab/km².
Foi vila e sede de concelho até ao início do século XIX. Era constituído apenas por uma freguesia e tinha, em 1801, 708 habitantes.
Tancos é conhecida pela importância da sua actividade militar. No seu Polígono Militar encontram-se instaladas várias unidades militares notáveis, nomeadamente :
a Escola Prática de Engenharia,
o Aeródromo Militar de Tancos
a Escola de Tropas Aerotransportadas.
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Articulo de : http://joaogil.planetaclix.pt/tan1.htm
Tancos teria sido fundada por cavaleiros francesas que vieram ajudar D. Afonso Henriques na luta contra os Mouros, acreditando-se que o nome Tancos seja uma deturpação de Francos (ou franceses) mas, segundo outras versões, o nome deriva de Tabucos, povos da antiga Lusitânia, que ali se estabeleceram.
No séc. XVI, foi um importante porto fluvial ligando o interior a Lisboa, complementando assim a rede fluvial da Barquinha, já que o rio Tejo chegou a ser navegável até Abrantes por embarcações de médio porte.
D. Manuel atribui-lhe foral em 1517 libertando Tancos da jurisdição da Atalaia. Foi sede de concelho até ser anexada, como freguesia, a V.N.da Barquinha que fora, entretanto, elevada a concelho.
O Prior de Tancos, em 1758, na sua resposta aos inquéritos paroquiais sobre os efeitos do terramoto de 1755, que pouco afectou a vila, descreve Tancos, mais ou menos, nestes termos: « A Vila está situada no declive de um pequeno monte de onde se vê a Vila de Paio de Pelle, e os Lugares de Tanquinhas, Carregueira e Pinheiro e também, quando o tempo está bom, a vila de Santarém... tem 270 fogos ... mil pessoas.... cobrindo uma área pequena, incultivável ...tendo por Donatário o ILLª Exª Marquês de Tancos... tem um grande pego em que podem ancorar grandes barcos, bateiras (barcos sem quilha) e batéis, há muito peixe, como sável, muge, barbo, lampreia, saboga , boga, enguias de que se fazem pescarias das quais se paga dízima ao ILLº Exº Duque de Lafões... dizem que nas suas terras há estanho e chumbo e, no rio, ouro...»
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Em Agosto faz-se a Festa do Rio e das Aldeias, envolvendo várias actividades como exposição de artesanato, música, provas desportivas e outras.
A segunda semana de'agosto a tradicional Procissão de N.ª Srª da Piedade de Tancos para o Arripiado (do outro lado do rio) e a de S.Marcos do Arripiado para Tancos, alternando de ano para ano.
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